Gente, falando sério, vocês acham que é realmente possível uma pessoa ser vegana e, ainda assim, ser feliz?
Pergunto isto porque eu estou tentando entrar neste mundo vegano e confesso que está sofrido demaaaaaais, para mim!!!
Sei lá… não sei, se realmente quero isso para a minha vida, não!
Eu sempre me considerei uma pessoa saudável, do tipo que pratica atividades físicas regularmente e há mais de 15 anos (pilates, musculação, natação… e, mais recentemente, YOGA), não bebe, não fuma, não come alimentos ricos em gordura, ou ultra processados, etc., enfim, uma pessoa com uma dieta até razoavelmente saudável.
Se bem que eu goste muito de doces…
Estes, sim, são uma verdadeira tentação, para mim!
Mas eis que meus últimos exames clínicos apontaram-me um colesterol altíssimo, para a minha surpresa!
Minha médica, muito preocupada comigo, aconselhou-me a mudar drasticamente a dieta alimentar no sentido de tentarmos restabelecer os níveis de colesterol do meu sangue para valores dentro da normalidade, caso contrário, será preciso o uso de medicamentos para controlá-los!
Atividade física também me foi altamente recomendada!
Mas isso eu já faço, né?!
Então, segundo a minha médica, devo mudar a minha dieta: cortar a carne vermelha, e seus derivados, cortar o leite, e seus derivados, cortar carboidratos (massas, pães, pizzas, bolachas recheadas, etc.), cortar açúcares e produtos industrializados, no geral.
“-Raios!”, pensei comigo mesma.
“-Deste jeito, vou acabar entrando na dieta do Tarzan, comendo somente alguns matinhos e frutas silvestres que eu for encontrando pelo caminho!”, conclui contrariada!
Ocorre que os fatores responsáveis pelo aumento do colesterol no nosso organismo são diversos: predisposição genética, estresse, sedentarismo, alimentação inadequada, dentre tantos outros! E a forma de atacar este problema, normalmente e num primeiro momento, é fazendo-se uma boa dieta, praticando-se atividades físicas e cuidando do emocional, também!
Obviamente não é necessário “virar” vegano para combater o colesterol alto de forma eficaz, mas como eu tenho muitos amigos veganos que eu amo de paixão, resolvi entrar na onda deles um pouquinho para tentar mudar o meu estilo de vida pelo menos para ver como é que é!
Comecei cortando os doces à base de açúcares refinados e tentei fazer um bolo vegano de cenoura, sem açúcar.
E aqui uma observação importante: a dieta vegana não restringe o açúcar, tá? Eu que infelizmente tive que cortar o açúcar por causa do meu colesterol alto!
Assisti ao vídeo da receita de uma moça muito conhecida, em diversas redes sociais, que ensina várias receitinhas veganas aparentemente interessantes. Procurei seguir direitinho o passo-a-passo descrito por ela: hidratei as uvas passas e as castanhas-de-caju em água filtrada, no dia anterior. Utilizei farinha de arroz, em substituição à farinha refinada, para cortar o glúten e acrescentei os demais ingredientes: azeite de oliva, polvilho doce, cenouras e o fermento em pó nas quantidades recomendadas. Para a cobertura do bolo, usei brigadeiro vegano, feito à base de uvas passas claras, tâmaras, feijão branco e cacau em pó. Assei o bolo conforme a indicação da receita e o cobri com o brigadeiro vegano, aguardando ansiosamente pelo resultado.
E o resultado?
Uma “droga”!!!
Gente!!! Que é isso?!!
Falando sério! Eu nunca tinha feito um bolo tão feio (o bolo não cresceu, ficou pesado e ainda ficou parecendo um tijolo catado de uma casa qualquer, em demolição) e tão ruim, como este, na minha vida!
Não consegui engolir nem o primeiro pedaço do bolo!
Misericórdia!!!
“- Mas o bolo da moça, no vídeo, estava tão lindo e parecia estar tão fofinho e apetitoso…”, comentei com o meu marido, que já não vinha gostando muito da minha tentativa de “virar” vegana.
“-É porque, o dela, ela comprou na padaria!”, respondeu-me ele dando risada!
Não gostei da resposta, mas confesso que depois fiquei mesmo desconfiada daquele vídeo, pois todos os bolos veganos que comi, até hoje, são bem feinhos, solapados e de paladar questionável. Isto, claro, para o meu gosto… bem entendido!
Aquele bolo de cenoura, da moça, estava bonito e fofinho demais, para ser verdade! E, de fato, em nenhum momento do vídeo, ao qual eu assisti, aparece a moça desenformando o bolo de cenoura para a gente ver como ele ficou depois de ter saído do forno! Algo para se desconfiar, realmente…
O brigadeiro vegano, que fiz para cobrir o bolo, até que não ficou tão ruim, assim, mas decididamente não é algo que eu compraria em alguma doçaria para trazer para casa, por exemplo!
Dá para comer?
Sim, até dá para comer. E é só!
E este é o ponto no qual eu queria chegar e que me motivou a escrever o post de hoje.
Eu acho que a moça não deveria ter dito que se tratava de um brigadeiro vegano, pois de brigadeiro aquilo ali não tem é nada! E a gente acaba criando uma falsa expectativa de reconhecer, naquele doce esquisito, um gosto minimamente parecido aos dos brigadeiros que estamos acostumados a comer! Muito melhor teria sido ela dizer simplesmente: um doce vegano à base de cacau, ou um outro nome bonitinho para aquilo, tipo: Surpresinha Vegana de Cacau! Porque o gosto, vou te contar, é realmente uma surpresa! E aí a gente vai sem expectativa nenhuma, não faz comparações desnecessárias e não se frustra! Pois, confesso, quando comi o raio do doce, senti-me enganada!
Sei lá, penso assim…
Conversando com um amigo do coração, que é vegano, ele me disse que não nos podemos esquecer de que existe também o valor emotivo das comidas! Para muitos, que às vezes não podem comer determinados alimentos por alguma restrição alimentar qualquer, ou mesmo para aqueles que o fazem por escolha própria, fica aquela vontadezinha, sim, de comer, por exemplo, um brigadeiro. Então, para eles, chamar aquele doce esquisito de brigadeiro, é importante!
OK, respeito!
Mas que não é brigadeiro, ah isso não é meeesmo!
Um pouco diferente, mas não menos questionável, são as indústrias que produzem alimentos, ditos veganos, com gosto de carne bovina. Os famosos hambúrgueres vegetais!
Tem inclusive uma startup australiana, se não me engano, que já consegue criar uma gordura vegana com fungos, para imitar o sabor da carne vermelha.
E aí eu pergunto: para que imitar o gosto da carne?
O motivo pelo qual um vegano se torna vegano, dentre outros, não seria, em essência, o de respeitar a vida animal? Se sim, eu pergunto por que imitar o gosto da carne, então? Por que perpetuar, nas pessoas, o prazer de elas sentirem o gosto característico de um alimento que, na sua origem, imita um outro alimento resultado do abate de algum ser vivo? Não seria mais sensato trabalhar a questão da reeducação alimentar nestas pessoas, no sentindo de convencê-las a mudarem seus hábitos alimentares, ao invés de afagar-lhes os instintos mais primitivos com o uso da engenharia de alimentos? Pois, imitando-se o sabor da carne animal, não conseguimos demovê-las, nem de longe, do instinto de matarem um outro ser vivo, para garantirem uma boa refeição, no caso extremo de uma eventual queda e/ou suspensão na produção destes alimentos artificiais.
E também ainda me fica uma dúvida relacionada ao valor nutricional deste alimento esquisito, que imita o sabor da carne. O sabor pode até ser bem parecido ao da carne animal, mas seria igualmente saudável para o ser humano? Sinceramente não sei!
Mas aí vem aquela questão do valor emotivo dos alimentos, novamente…
“- Deixe o cidadão em paz, comendo o chuchuzinho dele, achando que está comendo um belo bife de filé mignon!’, alguém poderia dizer!
OK, respeito!
Mas que para mim não tem lógica, ah isso não tem meeesmo!
Quer saber? Acho mesmo que a questão vai muito mais além do que simplesmente adotar uma dieta que restrinja alimentos de origem animal. Também tem a ver, creio eu, com o respeito e a compaixão que devemos procurar ter com um outro ser vivo, pois, em muitas ocasiões, o abate de um animal se dá de forma inclusive muito cruel! Tem a ver com os impactos ambientais que este tipo de produção de alimentos gera no planeta. Tem a ver com a própria toxicidade destes alimentos, que para serem produzidos e armazenados em larga escala e por um longo período de tempo, sem deteriorar, acabam sendo modificados com acréscimos de conservantes, acidulantes, corantes, sódio, etc., que não fazem nada bem para a nossa saúde, no geral, e, principalmente, para pessoas alérgicas a algum destes ingredientes artificiais.
No meu humilde ponto de vista, uma alternativa cabível para este problema seria, talvez, tentarmos trabalhar uma correta educação alimentar nas escolas, desde os primeiros anos de vida das nossas crianças, pensando nos benefícios que esta estratégia possa oferecer para as gerações futuras!
Se não lhes forem apresentado o gosto da carne, por exemplo, não haveremos de nos preocupar com a proteção da vida animal no futuro, pois não existirá demanda para o consumo de carne e, muito menos, de comida artificial que lhe imite o sabor. Uma situação hipotética, sem dúvida, mas não de todo impossível…
Se não lhes forem apresentado o açúcar (os povos antigos, por exemplo antes da idade média, viviam muito bem, sem ele…), não haverá necessidade de se inventarem docinhos veganos com nomes fantasiosos que imitem, ou não, os docinhos consumidos pelas pessoas de hoje, pois, a bem da verdade, nem de um tipo, nem de outro, é necessário para se ter uma dieta saudável.
Sinceramente eu acho mais fácil educar uma criança para novas práticas saudáveis de alimentação, do que modificar hábitos cristalizados de um adulto, como no meu caso, por exemplo, que não se conforma em ter que comer um doce de feijão com cacau, fingindo tratar-se de um brigadeiro delicioso feito com leite condensado e tudo o mais que ele tem direito!
Claro que não é impossível um adulto trazer a dieta vegana para a sua vida, mas é bem mais difícil e vai depender muito da boa vontade e persistência deste adulto em se manter nesta sua intenção!
Bom, mas esta é só a minha opinião!
De qualquer modo, uma coisa eu tenho que admitir: nem todos os alimentos veganos são tão ruins para o meu paladar! Salada de folhas verdes diversas, salada de grão-de-bico, panqueca de palmito, tapioca de banana com canela, bolinhos de espinafre, abóbora assada com ervas finas, dentre outros, são até bem saborosos!
Admito também que fiquei bem mais disposta, quando mudei a minha dieta! Durmo melhor, meu dia rende mais e, ainda, como bônus, emagreci.
Se bem que o fato de eu ter emagrecido pode muito bem ter sido de raiva, é importante que se frise isto, só de saber que eu teria que me privar dos alimentos de que tanto gosto, como os meus brigadeiros de verdade, por exemplo!
Mas, apesar dos benefícios evidentes que experimentei ao tentar uma dieta vegana, confesso que ainda não me sinto em condições reais de me tornar uma adepta do veganismo.
Eu simplesmente não me vejo feliz, nesta condição, embora admire muito os que se mantém firmes neste nobre propósito!
A todos eles, o meu mais profundo respeito!
O que estou tentando fazer, então, é chegar num meio termo que atenda as minhas necessidades do momento e que, ao mesmo tempo, não me tire a alegria de comer.
E, nesta busca, eu estou inventando as minhas próprias receitas!
Compartilho com vocês, aqui, um bolo de banana que inventei e que ficou muito bom!
Este sim, me deixou feliz : )
Bolo de Banana SEM Açúcar
Ingredientes
3 bananas nanicas maduras
1/2 xícara (chá) de aveia em flocos
1/2 xícara (chá) de farinha de amêndoas
1 xícara (chá) de farinha integral
1 xícara (chá) de tâmaras desidratadas e picadas
(se estiverem muito duras, você pode hidratá-las em água quente, por 30 minutos, e depois coá-las)
1/3 xícara (chá) de óleo de canola
3 ovos
1 colher (sopa) de fermento químico, em pó
Um pouco de mel, para untar a forma
Opcional: 1/4 de xícara (chá) de Castanhas-do-Pará, picadas
Opcional: 4 colheres (sopa) de cacau, em pó
Opcional: Amêndoas em lascas, para decorar
Preparo
Bata no processador: 2 bananas, os ovos, as tâmaras e o óleo.
Passe para um tigela e acrescente as castanhas picadas, as farinhas, o cacau, o fermento e misture tudo muito delicadamente.
Corte uma banana em rodelas finas, ou no comprimento, e espalhe os pedaços numa forma anti-aderente previamente untada com um pouco de mel.
Coloque a massa do bolo nesta forma, decore-o com as amêndoas, em lascas, e asse-o em forno pré-aquecido (180°C) por uns 35-45 minutos.
Faça o teste do palito, para ver se o bolo assou direitinho!
Desenforme-o depois de frio.
Eu, particularmente, gosto de comê-lo ainda quente, acompanhado de uma boa xícara de chá de Rooibos!
Fica excelente!
Experimente você, também!
E seja feliz : )
___________________________ FIM _________________________________
Voce escreveu um tratado sobre opção vegetariana. Muito bom e completo. No entanto ainda não vi nenhuma consideração sobre a nossa humana natureza, Na realidade nunca ouvi nenhuma referencia respondendo a questão: Por que será que temos “caninos”? Será que daqui a algumas centenas ou milhares de anos o homo sapiens sapiens sapiens…sapientissimo não terá caninos?
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Oiêêê!
Obrigada por sua participação!
Entendo a sua pergunta, tanto que, no passado, eu costumava pensar, e de uma forma até um pouco provocativa, assim:
– Se fosse para a gente comer mato, teríamos nascido, por exemplo, com as mesmas enzimas digestivas da celulose que os animais ruminantes possuem para comer a sua grama, entretanto… temos caninos!
Neste texto, limitei-me a expor uma experiência que tive, ao tentar mudar drasticamente meus hábitos alimentares em função de uma questão de saúde que me ocorreu. Até então, eu vinha comendo carne vermelha numa boa (adoro churrasco!) e sem filosofar muito sobre o assunto!
Um grande amigo meu, dentista, leu este texto que publiquei e me mandou um áudio, via Whatsapp, comentado que, na opinião dele, a proteína animal é muito importante para o ser humano sobretudo no processo de envelhecimento, pois ajuda, e muito, na manutenção da massa muscular e da saúde óssea do organismo, bem como na cicatrização de feridas, também, só para citar alguns exemplos.
No mundo animal, os predadores alimentam-se de suas presas de forma instintiva. E no início da nossa jornada evolutiva, desde o homo sapiens, nós, seres humanos, também o fazíamos da mesma forma.
Ocorre que o ser humano, hoje em dia, não precisa mais de caçar animais. Se ainda o faz, e sem entrar no mérito da questão, é por puro esporte!
Ele inventou o garfo e a faca e aprendeu a industrializar os alimentos de uma tal forma que eu acho mesmo que, num futuro não muito distante, e se Charles Darwin estiver correto, ele realmente não terá mais caninos porque já não precisa mais deles, nem nos dias de hoje, quem dirá, então, num futuro distante…
Quanto ao valor proteico da carne e de sua relevância na nossa alimentação, o ser humano aprendeu a estudar alternativas saudáveis para a sua substituição e as colocou à nossa disposição. Mas eu, talvez por ignorância minha, ainda não considero o estudo fechado e confesso que não me sinto suficientemente convencida a abrir mão de algo que ainda tenho como importante para o meu próprio desenvolvimento!
Não obstante, incomoda-me como a produção destes alimentos, em larga escala, afeta o nosso planeta e a nossa própria saúde, pois eles não são tão saudáveis, assim, como se poderia supor, a considerar o número de agentes químicos que são adicionados às carnes para prolongarem a sua duração nas prateleiras dos mercados e/ou açougues. Isto sem contar a quantidade de antibióticos que são fornecidas aos animais para tratar de doenças que surgem durante o manejo que lhes é imposto durante suas breves vidas. E isto, sem contar, ainda, a questão de se abater um animal, pois sou do tipo que não consegue matar nem uma formiguinha, sequer, que me pica no jardim.
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Uma observação importante!
Há que se fazer uma distinção entre vegetarianismo e veganismo!
O vegetariano só não come carne, mas alimenta-se de outros produtos de origem animal, como por exemplo: leite, ovos e mel.
Já o vegano não consome absolutamente nada que seja de origem animal, sendo sua alimentação restrita a legumes, verduras, frutas e oleaginosas.
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O tema é polêmico, divide opiniões e nos convida a pensar.
Eu, de minha parte, só sei que acho a comida vegana, com raras exceções, muito ruim para o meu gosto. Não consigo comer, não!
Mas entendo e respeito todas as questões envolvidas e que levam as pessoas a se tornarem veganas. A essas pessoas, como eu disse no meu texto, dedico todo o meu respeito e admiração!
Não sei seu nome, mas agradeço por sua doce visita!
Volte sempre : )
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Mudança de hábitos alimentares, é muito difícil, mas tento.
Cristiane Lopes
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Como eu entendo você, minha amiga do coração!
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Desviando do assunto principal que trata da alimentação do corpo, pensei sobre o alimento do espirito que é o amor. E comecei a refletir se há algum tipo de amor que alimenta a alma e que tenha características semelhantes a a alimentação do corpo. Na realidade há uma diferença essencial enquanto o alimente entra no corpo e o amor sai da alma. Mas também o amor pode sair inteiro total e sem restrições ou parcelado, dividido, condicionado. Isto é há uma espécie de amor “vegano” que na realidade está muito longe de ser amor verdadeiro. O verdadeiro amor é incondicional, tudo entende, tudo corrige, tudo tolera. O amor condicional na realidade tende a ser uma troca e não uma doação. Isso tenho aprendido na vida, que na véspera de 90 anos me deixa tranquilo embora talvez pouco compreendido. Pois é hora de me recolher, e descansar embora meu espeirito não se conforme e me empurra para novas aventuras acadêmicas. Talvez a mais louca tenha sido a proposta de um modelo de estrutra de partículas elementares, que propõe o modelo “saca-rolha”. “The corkscrew model”.
Imagina comecei com vegetarianismo e acabo com dinâmica de partículas. Espero que as pessoas que verdadeiramente, verdadeiramente me conhecem saibam entender as minhas palavras e meus sentimentos. Agora é hora de descansar mas não de esquecer.
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Eu entendo sua palavras e seus sentimentos muito mais do que imagina, meu querido amigo Luiz.
E muito me honra tê-lo aqui!
Nem sei, se mereço tanto…
E se seu espírito o empurra para novas aventuras, por favor, atenda-o!
Ele sabe o que faz : )
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Eu tive a oportunidade de comer o bolo de cenoura que você carinhosamente (como sempre) nos ofereceu! De fato, não se pode comparar com os “com glúten”, mas a cobertura estava deliciosa! O importante é continuar se re-inventando, porque você é ÓTIMA NISSO. Um verdadeiro exemplo para todos nós! GRATIDÃO por fazer parte da minha vidinha Kenya!
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Eliana, meu anjo, você não existe!
Eu que agradeço por você fazer parte da minha vida!
Amo você de “muitão”!
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