O Despertar que Liberta

Sugestão: Ouça a música “Healing the Heart”, durante a leitura!

– Não entendo… por que será que, às vezes, parece que sou eu mesma quem me sabota?

– Porque, de certo modo, é isso mesmo o que você faz! Existe uma parte de você que ainda não despertou verdadeiramente para a vida. E, enquanto ela dorme, a outra assume o controle: aquela parte que teme, que duvida, que se distrai, que se acomoda…

Eu estava absorta em inquietantes pensamentos, parada ao lado de um grande portão de ferro e de frente para um amplo bosque que costumava ser lindo. Mas eu me encontrava tão perturbada, que tudo naquele lugar parecia desolador. Era um fim de tarde triste e cinzento, para mim. Eu observava ao meu redor com movimentos lentos e olhar vago, como quem contempla o vazio. Foi quando ouvi uma voz calma, já conhecida, respondendo à pergunta que teimava em não sair da minha mente naquele dia tão descolorido de vida.

Era um espírito amigo, que se aproximava de mim com muita leveza e vagar. Seus movimentos suaves demonstravam uma serenidade de eras, algo místico, de quem já acumulou inúmeras vivências ao longo dos séculos e que, de há muito, aprendeu a transcender o ego, o medo, a pressa, o estresse e tantas outras inquietudes do coração. Ele me sorria com ternura e seus olhos transmitiam algo de paz, a paz de que eu tanto precisava naquele delicado momento.

– Como assim?

Perguntei.

– Eu queria tanto ser diferente… Será isso normal? Quero dizer, será normal eu mesma me sabotar?

Meu interlocutor me observava com ternura. Seu olhar fixo, profundo, e um tanto desconcertante, parecia buscar dentro de mim, como se já não ou soubesse, o que tanto afligia a minha alma. E prosseguiu a conversa com sua costumeira generosidade:

– Sim, é normal. Muito normal e até muito comum, também! A grande maioria das pessoas realmente deseja ser diferente, mas se perde em batalhas inócuas contra o mundo, em suas tantas questões rotineiras, quando na verdade a luta mais importante a ser travada deveria ser contra suas próprias sombras internas, aquelas vozes silenciosas que sempre nos dizem: “- Você não é capaz!”, “- Não vai dar certo!”, “-É melhor desistir!”

São vozes que se alimentam da hesitação, do medo, da pressa, da ansiedade, da fuga… Nem sempre se trata de influências infelizes de espíritos inferiores, ou de algum tipo de possessão. Na maioria das vezes, trata-se apenas da nossa insegurança, manifestando-se através de um microfone com o volume de som ligado no máximo.

– Mas, como calar tais vozes?

-Com presença. Com vigilância. Com serenidade. Com confiança. Com amor. Com fé… e oração, principalmente naqueles momentos em que o desespero nos parece bater, à porta.

A mente é como um lindo jardim. Se você não o cultivar com a consciência desperta, atenta e confiante, as ervas daninhas da angústia e do medo brotarão em todo o lugar e ceifarão o que por lá estiver! Procure lembrar-se sempre de que: O que você pensa, você nutre. E o que você nutre, torna-se a sua realidade. Daí a necessidade de procurarmos pensar sempre de modo positivo, para o nosso próprio bem, não importando a situação com a qual nós nos estejamos defrontando!

– E por que o medo me paralisa tanto?

– O medo é uma prisão que você constrói para si mesma com os seus próprios pensamentos. Ele surge do apego ao controle e da ilusão de poder evitar a dor. No entanto, o medo se desfaz quando olhado de frente, com entendimento, com compaixão.

Buda já ensinava: o sofrimento nasce do apego e da ignorância. E o medo é filho de ambos.

– Mas, então… o medo não é inimigo?

– Não. Ele é um mestre disfarçado: está ali para mostrar onde ainda lhe falta luz. Onde a sua confiança ainda falha. Aprenda com ele. Sente-se com ele. Respire com ele. E ele se dissolverá como a neblina, ao nascer do sol.

– Você anda muito poético, ultimamente… e tem feito muitas alusões ao budismo. Por que estas constantes referências?

– Todos os que buscam verdadeiramente o caminho do bem invariavelmente chegam ao mesmo destino. E você tem estado em constante contato com a filosofia budista. Parece estar gostando. Sua busca interna é legítima e alegro-me em poder auxiliá-la nesta sua jornada trazendo-lhe algum esclarecimento, quando possível. Com o tempo você verá que, em essência, a maioria das religiões, filosofias ou doutrinas que sinceramente procuram propagar o bem entre todos convergem para um senso comum: o de que o amor, a caridade, o desprendimento e a busca pelo conhecimento libertam, enquanto o ódio, o egoísmo, o apego e a ignorância aprisionam.

É como ouvir uma mesma música, porém em diferentes melodias!

– Entendo…

Sabe, às vezes, sinto que estou apenas repetindo o mesmo dia, a mesma vida…

– Como a maioria das almas encarnadas, você se deixou adormecer em seus hábitos. E este mundo moderno, não raro, revela-se como uma verdadeira armadilha para aqueles cuja a mente ainda se encontra em estado de torpor. Ele funciona como um grande teatro de distrações: luzes, ruídos, telas. Tudo para que você se esqueça de você mesma. Despertar é romper este ciclo. É sair da sonolência da rotina inconsciente. É deixar de viver no modo automático para começar a viver com intenção. E reconhecer isto já é meio caminho andado. A maioria das pessoas nem percebe que está dormindo… apenas acha que está “vivendo”.

– Mas é tão difícil… tudo parece conspirar para eu continuar sempre igual, sempre na mesma!

– É porque os apelos da Terra são atrativos e muitos: bombardeios e mais bombardeios de informações inúteis pelas redes sociais, memes engraçados, fofocas diversas, fama instantânea de alguém por algum feito qualquer, nem sempre verdadeiro, ou muito menos relevante para o dia-a-dia das pessoas comuns, mas de impacto imediato e lucrativo para alguns poucos, dicas milagrosas de como se manter eternamente jovem, ou de como fazer aquela viagem dos sonhos gastando quase nada, ou de como ficar rico sendo apenas “influencer” (não que isso não seja absolutamente possível), jogos de azar dos mais diversos tipos, apologia ao ódio, ao luxo, à ostentação, etc… o que nos convida a permanecermos na nossa zona de conforto, assimilando de modo passivo uma verdadeira enxurrada de estímulos externos absolutamente dispensáveis sem tentarmos qualquer esforço, sequer, que nos movimente para a necessária evolução pessoal e espiritual que todos nós desejamos e da qual precisamos, diga-se de passagem…

Além disso, a maioria dos sistemas sociais têm como seu principal objetivo manterem as pessoas, além de distraídas, também obedientes e com medo. E não medem esforços para isso: espalham falsas informações para confundir os bem intencionados, criam inimigos comuns para estimular a união de determinados grupos contra um mal fictício, impõem diversas restrições à liberdade de expressão para coibir questionamentos pertinentes, são coniventes com corrupções das mais diversas, isso quando não as incentivam com o único propósito de se perpetuarem no poder… e toda sorte de outras ações, mais, que vão contra os princípios do bem e da harmonia que todos nós procuramos buscar, em algum nível, no decorrer da nossa existência.

Sentimos que, para vivermos neste mundo, com todas as questões diárias por ele trazidas, é como se precisássemos de lutar contra ele. E muitas vezes passamos mesmo a culpá-lo pelas mazelas sob as quais nos vemos acometidos na medida em que nos sentimos impotentes para impor qualquer mudança significativa em nossas próprias vidas, atribuindo a fatores externos o insucesso de qualquer iniciativa por nós tomada. Aprisionamos nossas almas num mar de impossibilidades, enfim. O conforto do fracasso, que sorrateiramente se insinua na simples aceitação do aparentemente imutável, é mais atraente do que o esforço da luta pela superação, que demanda uma transformação interior nem sempre muito fácil de se empenhar, embora absolutamente necessária!

Mas a libertação existe e está dentro de cada um de nós! Ela começa quando paramos de perder tempo com distrações desnecessárias do mundo externo, ou quando paramos de culpá-lo pelas tristezas pessoais e começamos a nos responsabilizar pela nossa própria felicidade e evolução!

– Ei! Espere aí! Eu gosto muito dos meus memes, tá?

– Sim, eu sei. Por este motivo, citei o exemplo. Ficar horas e horas vendo memes de gatinhos fofos fazendo traquinagens, enquanto uma infinidade de boas ações estão lá fora, só à sua espera para serem empreendidas, não me parece ser uma atitude saudável, quando é levada ao exagero. Divertir-se é bom e oportuno. Traz leveza para o espírito. Mas muito cuidado com aquele tipo de divertimento que aprisiona, que vicia, que lhe inibe ações que poderiam ser de melhor proveito para você mesma! Via de regra, quando acaba a diversão, não demora muito para vir aquele arrependimento por ter deixado de realizar tarefas importantes em sua vida pelo benefício de poder sentir um prazer momentâneo que, cedo ou tarde, acaba por lhe trazer consequências desagradáveis. Você entra num ciclo vicioso de recompensa e remorso. A vida torna-se então tão repetitiva, quanto estagnada. E por vezes deprimente, também…

– Bem que eu já estava desconfiando de que você não iria aguentar muito tempo sem me criticar, viu? Demorou!

Mas… você tem razão. Às vezes parece que eu só acordo para repetir o dia anterior.

– Isso é o que Buda costumava chamar de “sofrimento cíclico”. Para sair dele, comece prestando atenção em você mesma! O que você pensa? O que sente? Por que ainda se permite arrastar por aquelas distrações aleatórias que em nada acrescentam na sua vida? Por que se aflige, quando algo não sai como gostaria? Por qual motivo adia tanto as coisas que você sabe que precisa de fazer? Porque o sofá da sala é tão confortável, enquanto o medo do fracasso é, por assim dizer, tão convincente?

É preciso se libertar deste aprisionamento cíclico e vicioso! A verdadeira liberdade nasce do autodomínio. E o autodomínio começa no pensamento. Perceba que o mesmo pensamento que a aprisiona, também pode libertá-la.

Veja, por exemplo, a seguinte situação: Ao falhar em algo, você pode ficar frustrada achando-se incapaz de alcançar o que queria, seja por questões próprias, ou por fatores externos. E pode acabar se angustiando por isso.

É o seu pensamento, prendendo-a no sofrimento desnecessário…

Ou… você pode adotar uma outra atitude, mais pró ativa, dizendo-se o seguinte: “- OK, não deu certo desta vez, mas eu tentarei de novo, e de novo, e de novo… até conseguir! Se for para mim, será. E serei grata. Se realmente não der certo, é porque não seria benéfico para mim, naquele momento, e eu aceito o resultado com igual gratidão. Sem drama”.

É o seu mesmo pensamento, presenteando-a com a esperança e a devida determinação para resolver o que precisa de ser resolvido, à contento, ou com a serena resignação em aceitar aquilo que definitivamente não era para você. E é neste momento que a nossa fé se manifesta, ou pelo menos deveria se manifestar, ao acreditarmos que os planos divinos se dão para proporcionar evolução moral e espiritual a cada um nós, sempre, ainda que eventualmente se encontrem escondidos nas contrariedades da vida...

Veja, o gasto de energia para pensar de um jeito, ou de outro, é o mesmo. E, já que é assim, por que não pensar de um modo que lhe traga o melhor bem estar, possível? Observe sua mente com calma, como quem observa as águas de um rio. Veja o que passa por ela. Questione. Filtre. Escolha. Lembrando que a escolha do que deve fluir dentro de você é responsabilidade exclusivamente sua!

E… eu não critico você! Seu orgulho é que a impede de enxergar minhas observações como conselhos sinceros de um amigo que realmente deseja ajudar.

– Desculpas aceitas!

E acho que entendo o que diz. Mas isto não me tornaria uma pessoa fria, ou distante?

– Eu não lhe pedi desculpas...

– A gente não vai brigar de novo, né? Como nas outras vezes…

– Eu não brigo com você. Você é que gosta de afagar o seu ego interpretando minhas considerações da maneira que lhe costuma ser conveniente, isso sem contar aquelas situações em que você…

– Já tá bom… voltemos ao que estávamos discutindo. Pode ser? Por favorzinho?

– Como queira!

E, respondendo à sua pergunta, não, isto não a tornará fria, ou distante das pessoas. Torna-lá-á inteira. Quem se conhece, não endurece, compreende. Quem se controla, não reprime, floresce. Quem se ilumina, não julga, acolhe. E, acima de tudo, protege a si mesmo e o mundo dos seus próprios excessos. E este é o primeiro passo a ser tomado se quisermos transformar, de modo verdadeiro, este nosso planeta num lugar melhor para todos: cada um deve procurar melhorar, antes de tudo, a si mesmo! Lembra-se daquela frase da nossa querida Elizabeth Leseur?

– Sim, claro! Você me ajudou a escrever um texto muito tocante sobre a frase dela, que diz assim:

Uma alma que se eleva, eleva o mundo

(clique no link acima, se desejar ler este outro texto também!)

Um pensamento realmente muito lindo, atribuído a esta respeitada escritora que tinha uma sólida formação cristã e que nasceu em Paris, no ano de 1866. Contemporânea de Allan Kardec, portanto. Uma mulher extraordinária que conseguiu converter o marido, outrora ateu convicto, para a fé cristã. E, veja você, depois de morta! Até hoje ainda me comovo com tão linda história…

– Um história muito comovente, de fato. E perceba como esta frase faz todo o sentido no contexto em que estamos conversando.

– Sim, com certeza! Mas… e se eu for rejeitada por pensar e/ou agir diferente? Por não mais me deixar arrastar pelas distrações do mundo, ou pelos problemas da vida que me aprisionam numa rotina massacrante?

-Este é o preço da liberdade!

Muitos rirão de você. Não se iluda… Provavelmente a chamarão de louca, de ingênua, de alienada ou até mesmo de rebelde. Mas, quando a sua consciência de fato for desperta, nada mais a afetará. Nada mais será capaz de aprisionar você. Nem o medo, nem o sistema, nem as opiniões dos outros, nem mesmo as correntes invisíveis da autopiedade.

Despertar, liberta!

– Mas, então… a luta nunca foi lá fora? Sempre foi, e é, dentro de cada um de nós?

O espírito assentiu movimentando a cabeça de modo suave, como a brisa. E prosseguiu:

– Sim! O maior equívoco da maioria das pessoas, sobretudo aquelas que se encontram em grande aflição, é o de pensar que estão em guerra contra o mundo e todos os problemas da vida, nele inseridos. Mas os problemas vão e vem. Sempre! Eles funcionam como numa espécie de movimento pendular: numa hora está tudo bem. Noutra hora, do nada, tudo parece ruir diante de nós! Eles existem basicamente para nos treinar em nosso autocontrole, nossa resiliência e a nossa capacidade de superação daqueles desafios que nos são colocados à prova em cada aspecto da nossa vida. Uma vida que nunca é estagnada, que sempre flui, ora para um lado, ora para outro, gostemos disto, ou não.

A propósito, o seu avô materno, que você não chegou a conhecer, quando se via em determinadas dificuldades da vida, e que não foram poucas, costumava repetir para si mesmo um antigo provérbio que diz o seguinte:

“Não há bem que sempre dure, não há mal que não se acabe!”

Era uma forma simples, mas absolutamente verdadeira de o Sr. Manuel lidar com a impermanência da vida. Aliás, vale dizer que o seu avô era muito querido por aqueles que com ele puderam conviver, em vida. E, até hoje, essa boa alma ora por todos vocês com muita alegria e devoção. E sempre os auxilia, quando necessário e possível.

De fato eu já senti a presença dele em algumas situações da minha vida, sabia? Quando minha querida mãe faleceu, por exemplo. Era nele em quem minha mãe sempre dizia confiar, quando ambos eram vivos. E foi ele quem primeiro lhe veio prestar o devido socorro, quando percebeu que ela se sentia totalmente perdida e precisando de auxílio para compreender a nova condição de existência na qual se encontrava.

(Falo sobre esta delicada experiência no texto: Saudades!)

Também cheguei a sentir a presença do meu avô em outros momentos, principalmente quando meu filho tocava piano. Mas não nos recitais com plateia, cheio de gente e distrações diversas, mas quando meu filho treinava em casa, absorto em seus estudos, de forma solitária, no acolhimento do lar. O vô Manuel adorava ouvir as músicas tocadas pelo querido bisneto, principalmente as de Bach e de Beethoven. E prestava muita atenção em cada acorde tocado. Meu querido avô, que conheço, sem ter conhecido, sempre procurou estar “bem juntinho” da gente!

Há anos, tem sido assim…

Graças a Deus!

Sim, ele pediu para poder acompanhar suas existências terrenas, na medida do possível. E foi atendido.

Mas voltando ao tema inicial, e concluindo, a batalha diária não é contra o mundo e todas as questões externas da vida. Aliás, quem não as tem? A luta é interna, contra as nossas próprias ilusões: apego, controle, vaidade, estresse, ego… A vitória não está em vencer alguém, ou algo… está em despertar a nossa própria consciência para aquilo que de fato importa nesta vida: serenidade do espírito, amor, compaixão, resiliência, presença, foco, fé. Está em tornar-se dono de si mesmo. Está em ser livre, por dentro.

Estamos falando, portanto, de uma mudança na forma de pensar e de agir!

Mas… e se eu lhe disser que tenho medo de mudar?

– Então eu lhe digo que mudar com medo ainda é melhor do que simplesmente não mudar nada! Coragem não é ausência de medo. Coragem é agir, apesar do medo. Despertar a sua consciência é de fato livrar-se dos grilhões que a impedem de alcançar a felicidade que tanto busca. Acredite-me, vale a pena o esforço. E você também não precisa de se tornar uma pessoa iluminada em uma semana! Basta parar de ficar esperando por um sinal do universo para iniciar a necessária transformação em sua vida que, reitero, cabe unicamente à você….

– Sabe de uma coisa? Conversar com você é como tomar um chá de lucidez, com açúcar ou sem, a depender do karma do momento.

O espírito amigo esboçou um discreto sorriso e serenamente se afastou deixando um rastro de leveza no ar.

Silêncio…

Minha alma parecia repousar em mim, novamente.

E aquela tarde, antes triste e cinzenta, recobrou as cores alegres que lhe eram devidas.

A vida, voltando a pulsar…

Enxerguei o meu entorno com outro olhar, um olhar de contentamento, de gratidão, de esperança… um olhar de quem ainda não sabe muito bem tudo o que precisa de fazer para melhorar a própria condição de existência, mas que pelo menos sabe por onde começar…

___________________________    FIM    _________________________________

4 respostas para ‘O Despertar que Liberta

  1. Que texto lindo e verdadeiro, perfeito!

    Você está em sintonia com seu mentor e tem muitos amigos no plano espiritual.

    Precisa escrever um livro com todos os seus textos.

    Muito obrigado.

    Curtido por 1 pessoa

  2. Menina que lindo texto! Parabens. Falou muito comigo, em vários momentos. Tem questões que me pegam, como a autossabotagem, o medo de muitas coisas, falando em medo descobri a pouco que o medo genuíno é importante para o nosso autocuidado e nossa proteção, porém o medo que me identifiquei foi o medo ansioso que ao longo de minha vida, só fez me aniquilar. Más a vida é assim, a cada dia um aprendizado, uma superação, as vezes vem a tristeza, misturada com outros sentimentos. As vezes a felicidade vem nos visitar, ela independe do lugar ou estado que nos encontramos. Obrigada por compartilhar. Beijos Mary. ❤

    Curtido por 2 pessoas

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About Kenya, uma simples amiga!

Mulher, cientista, quase espírita e sonhadora, muito sonhadora...