Simples Contos

Ponto de encontro para quem gosta de ler!

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Muitas religiões nos falam sobre o livre-arbítrio que Deus nos teria dado para que pudéssemos fazer nossas próprias escolhas de vida, aqui, na Terra. De modo acertado, ou não, esperar-se-ia que pelo menos procurássemos exercê-lo com responsabilidade e amor.
Mas, pelo visto, nem sempre é assim….

O título parece uma provocação, mas na verdade é uma dúvida sincera de quem cresceu naturalmente consumindo mel, carne, ovos, leite e tantas “gostosuras” preparadas a partir destes alimentos, como, aliás, a imensa maioria das pessoas que vivem neste nosso planeta.
O veganismo me parece uma espécie de sacerdócio que eu infelizmente ainda não consigo praticar, embora reconheça que alguma mudança no nosso atual paradigma alimentar seja de fato necessária para que possamos viver com mais saúde e de bem com a natureza…

Aos veganos, minha total admiração e respeito!

Madre Teresa de Calcutá amou o próximo como poucos…
Dedicou toda uma vida em benefício dos outros!
Tamanha renúncia, confesso, ainda não sou capaz de praticar…
Eu bem que tento amar o próximo, mas se o próximo também não colabora, o caldo logo entorna, já adianto…
Mas, pelo menos, eu me considero um ser humano consciente de suas próprias limitações e sinceramente tentando mudar…

Em situações de profunda dor, ou desespero,
há que se procurar amparo na fé, num amigo próximo,
num familiar, ou mesmo numa ajuda profissional!
Não é vergonha pedir ajuda!
Nesta hora, não nos cabe o orgulho…
O importante é não se isolar, pois muitas vezes
a solidão é má conselheira!
E, para aqueles que acreditam, são em
momentos como este, que o poder da fé se manifesta!

Se prestarmos bem a atenção ao nosso redor,
veremos que a natureza delicadamente nos oferece inúmeros
exemplos de vida, que bem poderiam ser seguidos por
muitos de nós…

Um fato extraordinário ocorrido comigo.
Um apelo sincero a Deus.
Uma resposta inesperada.
Uma lição de vida!
Que esta minha experiência, tão singular, possa ser útil
também para mais outras pessoas…

Eine schöne und bewegende Geschichte der
Freundschaft zwischen Antoine de Saint-Exupéry,
dem Autor des Kleinen Prinzen, und Léon Werth,
dem er dieses berühmte Buch widmete.
Ich frage mich, mit welcher Emotion Léo
ein so schönes Geschenk erhalten hat …

Por sermos instrumentos valiosos das forças com as quais
nos encontramos em sintonia, procuremos sempre
manter os nossos pensamentos elevados para o bem,
na certeza de estarmos agindo conforme os
ensinamentos do nosso querido mestre Jesus!