Sim, nosso país tem solução!

Embora este seja um blog de contos, é-me impossível permanecer indiferente aos problemas que assolam o nosso país sem tentar dar os meus pitacos com algumas ideias que, de repente, poderiam ser de alguma valia para a necessária e premente transformação desta nossa tão combalida sociedade! Você gostaria de conhecer algumas delas?!

Então, vamos lá!

Desde criança sempre ouço dizer que o Brasil não tem mais jeito. A principal reclamação daquela época, e ainda muito recorrente nos dias de hoje, refere-se principalmente à corrupção escancarada que domina o nosso país de norte a sul, de leste a oeste, e que bloqueia grande parte das iniciativas que visam diminuir-lhe o poder.

Pergunta: E isto tem alguma solução?

Para mim a resposta é “não”, enquanto boa parte da população desassistida continuar a trocar o seu precioso voto por um prato de comida (bolsa família, bolsa Brasil, bolsa isso, bolsa aquilo…) e/ou falsas promessas. E a resposta também é “não”, enquanto a outra parcela da população, não tão desassistida, também não entender que política não é só para os políticos, mas, sim, para todos nós, eleitores e pagadores de tributos!

Mas eu prefiro pensar que a resposta seja “sim”, se aprendermos a ser politicamente mais atuantes em todos os assuntos que interessem à nação, principalmente aqueles relacionados à gestão dos recursos públicos oriundos dos inúmeros impostos que tão sacrificadamente pagamos! E eu digo aprender porque não basta só ter a vontade de agir, é preciso saber como intervir na gestão pública com inteligência e profissionalismo! E a resposta também é “sim”, se conseguirmos auxiliar as pessoas desassistidas a conquistarem condições mais dignas de vida, a que todos nós temos direito, por sinal, de tal modo que elas finalmente possam fazer suas escolhas eleitorais baseadas em convicções pessoais próprias e não mais em função de sua triste e tão desesperadora realidade! Note que eu utilizei, aqui, a palavra “conquistarem”, pois para mim tudo é uma questão de esforço e de merecimento. O assistencialismo puro e simples perpetua a relação de domínio que a classe política corrupta tem sobre seus pobres eleitores, o que muitas vezes acaba sendo cômodo para ambas as partes. E é justamente esta, uma das várias coisas que precisam de ser modificadas em nosso país.

Na minha opinião, quando um candidato por exemplo tenta uma reeleição, o que o eleitor deveria pensar seria o seguinte: eu tenho condições mínimas de moradia no meu bairro? Minha rua está asfaltada, eu possuo saneamento básico? Existe fornecimento de energia elétrica para a minha casa? Os sistemas de transporte e de segurança do meu bairro são satisfatórios? Meu filho tem acesso à educação de qualidade? Por educação de qualidade entenda-se escola estruturada, limpa, segura, merenda adequada, professores qualificados e motivados, equipamentos pedagógicos apropriados e em plenas condições de uso, etc., etc. etc. Se eu ficar doente, eu serei atendido no posto de saúde mais próximo da minha casa? Este político, que está pleiteando a reeleição, age de forma ética no cargo que ocupa?

Se a resposta for não para algumas destas perguntas, então não se reelege o sujeito e pronto! Não importa o que ele prometeu fazer! O que importa são as ações que ele conseguiu, ou não, concretizar em seu mandato! Ainda que esta pessoa até seja honesta, na melhor das hipóteses ela foi incompetente na gestão da coisa pública! Sinto muito!

Mas, se por outro lado o eleitor é fortemente dependente dos planos assistenciais dos gestores públicos, sejam lá de quais partidos forem, que o mantêm preso a uma linha ideológica equivocada, com falsas promessas, falsas verdades, muitas vezes até contrárias aos seus valores éticos e morais mais íntimos, se a alimentação do dia seguinte torna-se a prioridade deste eleitor, ou a promessa fazia de um futuro emprego, ou moradia, etc… então realmente não se pode culpá-lo pelas escolhas que faz, ou às quais é levado a fazer…

Nosso país é um país maravilhoso, de dimensões continentais, uma biodiversidade invejável, pelo menos por enquanto, enquanto não queimarem tudo…, um povo pacato, solidário e trabalhador, clima favorável para o agronegócio, turismo e lazer, enfim, tudo de bom para nós, brasileiros! Mas, então, por que tanto sofrimento? Mais de 14 milhões de pessoas (na minha última contagem…) na linha da pobreza, com violência, criminalidade, preconceitos de todas as espécies, etc. … Difícil de aceitar tal realidade!

Eu sempre expus essa minha indignação para amigos e conhecidos e, lá pelas tantas, alguém me perguntou:

– Mas por quê você não entra em algum partido e tenta se candidatar para algum cargo, então ? Quem sabe, assim, você conseguiria modificar alguma coisa neste país…

Minha resposta:

– Por que eu seria mais um agente político, dentre tantos outros que já existem por aí, disputando o voto do nosso querido eleitor que iria ouvir de mim as mesmas coisas que ele já ouve, desde sempre, dos demais políticos: que eu iria lutar por melhores condições de vida para todos, etc., etc., etc…. E, supondo que eu hipoteticamente ganhasse alguma eleição, qual seria a chance real de eu conseguir efetivamente melhorar a vida daquele cidadão que esperançosamente votou em mim, estando eu num ambiente corrupto, engessado pela burocracia e muito provavelmente em esmagadora minoria? Não, obrigada! Eu não creio em heróis que nos possam ajudar de modo individualizado! Somos nós que nos devemos ajudar, uns aos outros, com competência, cidadania, ética, amor, união, solidariedade e trabalho, muito trabalho!

A minha ideia não é entrar no governo, de cima para baixo. A minha ideia é convidar todos os interessados por um Brasil melhor a entrarem no governo, de baixo para cima, na sua base, nas suas entranhas. Intervir nos setores estratégicos da gestão pública como quem entra numa horta para arrancar as ervas daninhas aos poucos e de forma eficiente.

Mas… como fazer isso ?

Para responder a essa pergunta, eu começo voltando à população menos assistida e desinformada deste nosso país. Não adianta tentar qualquer discurso, palestra ou bate-papo no intuito de convencer o eleitor pobre, que mal tem o que comer, para ele utilizar o seu voto de modo consciente e eleger candidatos que realmente se importem com a qualidade de vida da população. Ele está desassistido de todas as formas e, contra tamanha precariedade, contra a fome, por exemplo, não há argumentos! Primeiro é preciso fazê-lo sair desta sua triste condição de vida, libertá-lo da subserviência eleitoral na qual se encontra para aí, sim, tentar iniciar algum tipo de diálogo com ele!

Existem muitas ONGs e demais entidades assistenciais, pelo menos umas 500 mil (dados do IBGE 2016, se eu não me engano) espalhadas por todo o Brasil com o intuito de auxiliar a população mais carente. E elas fazem um trabalho maravilhoso. Não há dúvida, sobre isto! Quando obtive esta informação, confesso que eu até me surpreendi! Entrei no site de algumas delas, todas relatando casos de sucesso em seus respectivos propósitos. E aí eu pensei: Mas, se existe tanta gente espalhada por este país afora, fazendo o bem e com tantos “cases” de sucesso, porque é que eu não consigo enxergar mudança significativa no meu entorno, ou no próprio país, como um todo? As queixas populares são sempre as mesmas: falta saúde, falta educação, falta segurança, faltam empregos… entra ano, sai ano, sempre a mesma coisa!

Posso dizer que pensei bastante a respeito e acabei por comparar o Brasil a uma imensa canoa furada em estado de perpétuo afundamento. As ONGs e demais entidades assistenciais, mal comparando, seriam os salva-vidas, cada uma com o seu baldinho trabalhando arduamente para jogar o máximo de água possível para fora da canoa na tentativa de salvar a todos do naufrágio iminente. Um trabalho imprescindível, interminável, nobre e hercúleo, sem dúvida, mas eu pergunto: não seria mais eficiente tentar consertar o buraco da canoa? Ao invés de as entidades filantrópicas apenas tentarem ocupar as lacunas sociais deixadas pelo poder público, o que é muito cômodo para quem recebe trilhões em impostos e devolve muito pouco em prestações de serviços à nação, não seria interessante, também, ensinarem os desassistidos a exigirem seus direitos de modo mais eficiente?

Vamos tentar, então, consertar o buraco desta canoa, que para mim seria a falta de recursos, recursos que os gestores públicos alegam não ter para suprir as necessidades básicas da nação. Mas todos nós sabemos que boa parte desta alegada falta de recursos se deve principalmente à má gestão, para não dizer incompetência e/ou má fé no uso do dinheiro público. Vide, por exemplo, a crise de abastecimento da energia elétrica que ocorreu no Macapá, no final de 2020, com geradores de energia sem manutenção por parte da empresa responsável pela prestação deste serviço e sem a devida fiscalização dos órgãos públicos competentes, a despeito da tarifa de energia elétrica que era regiamente cobrada dos usuários e que sofreram absurdamente com o calor local, por falta de ventiladores, perda de alimentos perecíveis, por falta de refrigeração, aumento da criminalidade e suspensão, ou precariedade na prestação de serviços essenciais diversos, como hospitais, farmácias, mercados, etc., além do adiamento da eleição para a prefeitura da cidade por motivos de segurança dos próprios eleitores. Some-se a este cenário particular de Macapá a roubalheira geral, diariamente noticiada nos principais veículos brasileiros de informação, que corre solta no resto no nosso país! Causa-me profunda indignação, só para citar um exemplo, um sujeito superfaturar a compra de respiradores em plena pandemia do Covid_19, como fez o ex-governador do Rio de Janeiro. O que significa a vida dos eleitores para este indivíduo? Absolutamente NADA!

E aí entra a minha ideia: um projeto piloto que, se der certo, poderá ser replicado em vários outros lugares. Veja, caro leitor, trata-se de uma ideia que obviamente precisa de ser melhorada! Portanto, sinta-se livre para opinar, pois é isto mesmo o que eu mais desejo neste momento: convidar os brasileiros a se tornarem os verdadeiros protagonistas das mudanças sociais que tanto desejam para si mesmos e para aqueles que amam!!

Bom, antes de mais nada, se você chegou até aqui, tem minha profunda gratidão pelo seu interesse!

E qual seria a ideia, afinal? Bem, vamos lá!

Escolher uma escola pública de alguma região carente, a ser definida, e propor-lhe a seguinte parceria: através dos seus alunos e dos respectivos familiares desses alunos, tentar mapear as principais necessidades da região na qual esta escola encontra-se inserida, como saneamento básico, energia elétrica, coleta de lixo, serviço de transporte, creches, postos de saúde, segurança, áreas de lazer e de esportes, postos de trabalho, etc. e elaborar com eles uma lista de prioridades. Em parcerias com empresas, utilizar os espaços da escola em dias ociosos, fins de semana, por exemplo, para cursos de capacitação dos adultos desempregados e de sua posterior alocação no mercado de trabalho, pois a ideia é proporcionar-lhe independência financeira pelos motivos amplamente expostos anteriormente! Aos alunos do ensino médio seriam oferecidos cursos extra curriculares regulares, durante os três anos de estudo, como forma de melhorar sua qualificação para um mercado de trabalho cada vez mais dinâmico e exigente. E, através do convívio frequente com a comunidade local, ensiná-la, por meio de assessorias competentes, a exigir do gestores públicos locais os serviços constantes naquela lista de prioridades elaborada, serviços esses que lhes são devidos mediante os tributos que são auferidos para esse fim.

Importante: não cabe, aqui, nenhum tipo de doutrinamento ideológico e/ou partidário. Não se trata de levantar uma bandeira com alguma reinvindicação qualquer, por mais justa que ela seja, e sair gritando nas ruas por melhores condições de vida. Trata-se apenas de trabalhar continuamente, de usar mecanismos legais apropriados e já existentes, que a maioria da população infelizmente desconhece, para exercer a devida pressão nos agentes públicos, monitorando seus gastos e exigindo melhor uso deles no intuito de fazê-los trabalhar de forma ética e eficiente em prol da maioria. Enfim, ensinar a comunidade e exercer, de fato, o seu direito à cidadania, ainda que para este propósito ela precise inicialmente de uma assessoria jurídica adequada! E é claro que isto dá trabalho! Eu não tenho ilusões, quanto a isso. A população terá que aprender a sair da inércia da reclamação constante e incorporar, no seu dia-a-dia, um trabalho conjunto com o poder público. Uma mudança de atitude, enfim! A política não é só para os políticos. A política é para todos nós, afinal!

E porque começar por uma escola? Por que a educação é o melhor e mais eficiente agente de transformação social que eu conheço. Vivemos numa democracia, o que nos torna escravos da maioria esmagadora da população desinformada, sem acesso à uma educação de qualidade, que não entende os reais motivos da precariedade de suas vidas, não conhece seus direitos, nem os seus deveres… acredita em fake news e que irrefletidamente entrega seu voto a políticos corruptos totalmente descolados dos valores éticos e morais que deveriam nortear suas ações na vida pública. Para melhorar o nosso país, precisamos de melhorar a nossa educação e torná-la acessível a todos! Eu sinceramente não vejo outra solução.

Em contra partida, neste primeiro momento, a escola receberia todo o apoio financeiro para melhorar a sua infra-estrutura de ensino, com equipamentos pedagógicos mais adequados e modernos, laboratórios diversos (ciências, informática, artes, etc…) cursos opcionais de capacitação para os professores, principalmente no que se refere a novas ferramentas de ensino, verbas adicionais e premiação para professores que conseguirem inovar nas abordagens pedagógicas, etc. Num segundo momento, tal qual a comunidade na qual ela está inserida, a própria escola também deverá aprender a exigir do gestores públicos os devidos recursos para a manutenção da qualidade de ensino oferecida à comunidade local que não mais aceitará uma prestação de serviço de educação inferior à qual ela começou a se acostumar.

A partir do momento em que se verificarem resultados positivos desta intervenção com a população local, que aos poucos aprende a se apropriar do seu direito à cidadania e passa a agir de forma cada vez mais autônoma e eficiente no intuito de defender seus próprios interesses, passa-se então a trabalhar em outra região carente, lembrando, aqui, da alegoria da canoa furada, onde a ideia é consertar o buraco da canoa e não ficar com o baldinho eternamente jogando água fora dela!

Como não é permitido às escolas estabelecerem parcerias com pessoas físicas, mas sim com pessoas jurídicas, isto nos leva à necessidade da criação de uma instituição com este objetivo. E esta instituição, ainda que seja criada sem fins lucrativos e que possa contar com o trabalho inestimável e imprescindível de voluntários dos mais diversos ramos da produção e prestação de serviços, deve também ter sua própria fonte de renda para garantir um fluxo mínimo e contínuo de recursos que viabilizem todas as ações aqui propostas.

Possíveis fontes de renda para a instituição:

1- Palestras ministradas por pessoas nacionalmente relevantes, cujos assuntos abordados seriam de interesse público, em geral. O ingresso cobrado para se assistirem às palestras seriam então revertidos para o desenvolvimento das atividades anteriormente propostas.

2- Cursos on-line, que atendam as várias demandas sociais vigentes, também seriam outras interessantes opções, sempre reservando uma porcentagem das vagas para aqueles que não podem pagar pelos cursos, mas que poderiam, por exemplo, realizar algum trabalho voluntário numa casa de caridade, asilo, orfanato e demais entidades afins com as quais se estabeleçam parcerias para que alguma logística seja implementada no sentido de se garantir a eficácia e a segurança dos serviços prestados por ambas as partes! Horas trabalhadas de modo voluntário em instituições carentes seriam então convertidas em horas de cursos profissionalizantes, o que seria uma excelente maneira de se incentivar o exercício da solidariedade e o do amor ao próximo!

Se alguém tiver mais alguma sugestão , por favor, participe !

Sobre mim:

Eu estudei no Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP), onde fiz minha graduação, iniciação científica, mestrado e doutorado. Toda a minha pós-graduação baseou-se em pesquisas com fontes alternativas de energia limpa e mais segura para o meio ambiente. Foi uma época muito especial para mim, onde conheci pessoas maravilhosas que compartilham do mesmo desejo meu: uma educação ética e competente para o bem fazer, o bem viver e para todos!

Com o nascimento do meu filho, optei por comprar um centro de recreação infantil e transformá-lo numa espécie de laboratório para poder colocar em prática algumas ideias minhas sobre educação e garantir ao meu filho, e a quem mais estivesse com ele, as melhores condições possíveis de um bom aprendizado e de desenvolvimento cognitivo!

Quanta pretensão, né? Também acho!

Neste local, as crianças eram tratadas como seres inteligentes, que são, onde lhes eram lançados desafios de aprendizado sempre em meio a muitas brincadeiras e nos quais elas se saíam muitíssimo bem! Como resultado da proposta pedagógica implantada, as crianças que estudaram neste centro de recreação infantil iniciaram o ensino fundamental com um ano de vantagem. Somente uma criança não iniciou o ensino fundamental com 6 anos de idade, como todas as demais. O argumento dos profissionais que trabalhavam na escola, onde a mãe dessa criança resolveu matriculá-la, era o de que seria necessário aguardar mais um ano para o ingresso dela no ensino fundamental devida à sua eventual imaturidade, o que poderia impedi-la de acompanhar os seus coleguinhas de classe nas atividades escolares, todos, à época, já com 7 anos de idade! Eu conhecia muito bem a criança e sabia que ela tinha plenas condições de cursar o primeiro ano do ensino fundamental de modo bastante satisfatório, mas obviamente respeitei a decisão de todos os envolvidos, até porque não era o meu objetivo antecipar o ingresso das crianças no ensino fundamental! Isso acabou ocorrendo de modo natural devido ao processo de aprendizagem proposto, à época.

Neste meu centro de recreação infantil também havia um berçário. E todos nós sabemos como os bebês crescem rapidamente e como as roupinhas deles deixam de servir de modo igualmente rápido, continuando praticamente novas! Desde modo, para as mães desses bebês, cujas roupinhas não mais lhes servissem e que fossem doadas para alguma mãe carente, ou instituição de caridade, eu dava 20% de desconto na matrícula da criança no meu estabelecimento. E este é só um exemplo de como todos nós, cada um a seu modo, pode ajudar a melhorar as condições de vida de um semelhante!

Tive o centro de recreação infantil por três anos. Depois disto, por entender que meu filho precisava de mim de uma mais próxima, resolvi ser 100% mãe, experiência esta, também maravilhosa, que mudou as minhas atitudes em relação ao mundo em que vivemos. Tornei-me mais terna, mais esperançosa, menos egoísta e também mais batalhadora pois, sim, eu quero um mundo melhor para meu filho. Quem não quer? Hoje ele tem 18 anos de idade e uma formação escolar excelente.

Acredito fortemente que um projeto baseado numa educação ativa, que procure implementar as propostas aqui colocadas pode mudar o horizonte de vida de muitas pessoas deste nosso país!

Com mais educação, mais amor, mais solidariedade e mais trabalho, sim, muito trabalho, pois as coisas boas não caem do céu, com o povo mais assistido e finalmente elegendo os políticos de modo mais ético e consciencioso, eu não vejo outro resultado final, senão o do sucesso para todos nós e para o nosso querido país!

Bora arregaçar as mangas?!

“As pessoas boas merecem o nosso amor,

as pessoas ruins precisam dele!”

(Madre Tereza)

____________________________    FIM    ________________________________

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About Kenya, uma simples amiga!

Mulher, cientista, quase espírita e sonhadora, muito sonhadora...