A quem interessa, a Guerra?

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A QUEM INTERESSA A GUERRA?

No Budismo a guerra é vista fundamentalmente como uma manifestação da ignorância, do apego e da aversão ao outro, três venenos da mente que são entendidos como as raízes do sofrimento humano.

A guerra surge quando indivíduos, nações ou grupos se deixam dominar pelo ego, pela ânsia de controle e pela ilusão de separatividade, ou, melhor dizendo, independência entre indivíduos.

O Budismo vê todos os seres vivos como interdependentes. Portanto, ferir o outro é, em essência, ferir a si mesmo. Ideia esta também defendida na doutrina espírita.

Seus ensinamentos estão centrados nos princípios da compaixão, sabedoria e não violência.

O próprio Buda, durante sua vida, e cuja existência remonta os anos de 480 a 400 a.C., tentou mediar conflitos entre diversos reinos, buscando a reconciliação e procurando mostrar aos envolvidos que a raiz da guerra estava no apego à terra, à água e ao orgulho.

Conflitos existem desde que o mundo é mundo. Basta ver os noticiários de diversos jornais, ou de qualquer outra mídia social, alardeando guerras que ocorrem na Europa e Oriente Médio. Sem contar, claro, diversas outras guerras, menos midiáticas que também acontecem pelo resto do mudo e a respeito das quais sequer ficamos sabendo.

O homem destruindo o homem…

A cada notícia que chega, a cada explosão em terras distantes, uma pergunta insiste em bater nas paredes da consciência das pessoas de bem: a quem interessa a guerra?

Certamente não aos que carregam crianças no colo, nem aos que plantam trigo na esperança do pão. Não interessa aos que sonham, nem aos que acordam cedo para cuidar da vida. A guerra não cabe no coração de quem ama, nem nas mãos calejadas dos que constroem pontes, casas, futuros…

A guerra não nasce da fome de justiça, mas da fome de poder. Ele veste farda, mas não luta pela humanidade. Ela se pinta com as cores da bandeira, mas não tem pátria.

Os senhores da guerra vestem terno, falam em progresso e assinam contratos, no lugar de tratados de paz. Eles contabilizam lucros, sem levar em consideração a destruição que espalham, e somam territórios, enquanto subtraem vidas.

Os senhores da guerra jamais estão na linha de frente. São vozes distantes, seguras que estão em seus confortáveis gabinetes, trocando olhares frios, cifras, acordos e ameaças. Discutem rotas, combustíveis, fronteiras, enquanto o resto do mundo segura a respiração sem ser convidado, sem ser ouvido… Para estes senhores, que decidem a sorte de milhões, a guerra é um jogo, um cálculo estratégico, um mapa de interesses traçados pelo desejo do poder, onde vidas humanas não passam de números.

Nos gabinetes dos senhores da guerra, não se sente o cheiro acre dos corpos carbonizados pelas explosões de armamentos poderosos, sente-se apenas o aroma perfumado de cafezinho quente, tirado na hora… Para eles a guerra não passa de uma logística arquitetada para se alcançar cada vez mais lucro e poder. Mas, para o povo, vítima involuntária de tantos conflitos, a guerra é sinônimo de medo, fome, doença, exílio e luto.

Muitos de nós infelizmente encontram-se distraídos, comprando as narrativas que lhes são oferecidas pelos senhores da guerra, repetindo seus discursos prontos, sem perceberem que são peças movidas por mãos invisíveis. Aplaudem as guerras patrocinadas pelos poderosos de plantão, enquanto irmãos de diferentes idiomas e cores se matam sem nem saberem exatamente por quê!

Já outros de nós assistem a tudo com um misto de profundo sentimento de indignação e gigantesca sensação de impotência diante do aparentemente incontrolável.

O que fazer ?

Será que somos, mesmos, tão impotentes, assim?

E, de novo, a pergunta:

A quem interessa a guerra?

A guerra interessa aos que lucram com a venda de armas (e isto não é pouco…), com as reconstruções de novas cidades, no lugar onde agora só restam ruínas (e isto também não é pouco…), e com o caos. Interessa aos que vendem medo, que negociam insegurança, que cultivam o ódio para colher controle. Mas não interessa à vida. Nunca interessou.

Nós precisamos de entender que essas guerras não são nossas! Não são feitas para nós, nem por nós!

Elas servem a um punhado de interesses escondidos sob discursos de segurança, patriotismo, ou honra. Nenhuma bomba traz segurança, nenhum missel carrega dignidade, nenhuma invasão é feita por amor à pátria, mas sim por amor ao lucro, ao controle, ao poder.

Por esta razão cabe, àqueles que ainda sabem amar, perguntarem-se, refletirem e recusarem! Recusar a lógica da divisão, da destruição, da indiferença. Cabe defender a paz! Sempre!

Para os senhores da guerra, a paz é subversiva. Por isso a evitam com unhas e dentes.

Se nós tivermos que lutar por algo, que seja pela paz!

Que nos recusemos a odiar quem nunca nos fez mal.

Que nos recusemos a chamar de inimigo aqueles que, do outro lado da fronteira, também sentem fome, medo e saudades da família, exatamente como nós!

Que nos recusemos a aceitar que, em nosso nome, decidam quem deve viver e quem deve morrer.

A força do povo não está em carregar armas, mas em se negar a usá-las! Está em cruzar fronteiras não para atacar, mas oferecer um abraço! Está em derrubar muros, não cidades!

Os ensinamentos do Budismo, do Espiritismo, do Hinduismo, e tantos outros que professam o amor entre os povos, aconselham-nos a despertarmos nossas consciências!

Com a nossa consciência desperta, entendemos que a guerra não nos pertence. E, assim, ela se enfraquece, perde soldados, perde sentido, perde legitimidade.

A quem interessa a guerra?

Acredite você, ou não, à uma minoria que lucra com ela.

E a Paz? A quem interessa a Paz?

A todos nós! Acredite você, ou não, à grande maioria!!!

A paz interessa aos que amam, aos que sonham, aos que simplesmente desejam viver.

Gente! Somos muitos!!!

A guerra só existe enquanto o povo consente!

Quem sustenta a guerra são aqueles que ainda não descobriram que têm, sim, o poder de escolher a paz!

Paz não é utopia. Paz é escolha. Paz é resistência.

Resistamos!

___________________________    FIM    _________________________________

✒️ WHO PROFITS FROM WAR?

In Buddhism, war is fundamentally seen as a manifestation of ignorance, attachment, and aversion to others—three poisons of the mind that are understood as the roots of human suffering.

War arises when individuals, nations, or groups allow themselves to be dominated by ego, the desire for control, and the illusion of separateness, that is, independence among individuals.

Buddhism views all living beings as interdependent. Therefore, hurting another is, in essence, hurting oneself. This idea is also endorsed in Spiritism.

Buddhist teachings are centered on the principles of compassion, wisdom, and non-violence.

The Buddha himself, during his lifetime, whose existence dates back to 480 to 400 BC, attempted to mediate conflicts between various kingdoms, seeking reconciliation and trying to show those involved that the root of war lay in attachment to land, water, and pride.

Conflicts have existed since the world began. Just look at the news from various newspapers or any other social media, announcing wars happening in Europe and the Middle East. Not to mention, of course, many other wars, less media-covered, that also occur throughout the rest of the world and that we don’t even know about.

The man destroying man…

Each news that arrives, each explosion in distant lands, a question continues to echo in the minds of good people: who profits from war?

Certainly not to those who hold children in their arms, nor to those who plant wheat in hopes of bread. It does not concern those who dream, nor those who wake up early to take care of life. War has no place in the heart of those who love, nor in the calloused hands of those who build bridges, houses, futures…

War does not arise from a hunger for justice, but from a hunger for power. It dons a uniform, but does not fight for humanity. She paints herself with the colors of the flag, but has no homeland.

The warlords who decide for war wear suits, speak of progress, and sign contracts instead of peace treaties. They count profits without tallying the dead and add territories while subtracting lives.

The warlords who decide on war are never on the front line. They are distant voices, secure in their comfortable offices, exchanging cold glances, figures, agreements, and threats. They discuss routes, fuels, borders, while the rest of the world holds its breath, uninvited, unheard. For these warlords, who decide the fate of millions, war is a game, a strategic calculation, a map of interests drawn by the desire for power, where human lives are nothing more than numbers.

In the warlords’ offices, there is no smell of charred bodies from powerful weapon explosions; instead, there’s the aroma of freshly brewed coffee, made on the spot… For them, war is merely a logistics operation designed to achieve ever-increasing profit and power. But for the people, the unwitting victims of so many conflicts, war symbolizes fear, hunger, disease, exile, and mourning.

Many of us unfortunately find ourselves distracted, buying into the narratives presented to us, repeating ready-made speeches, without realizing that we are pieces moved by invisible hands. They applaud wars sponsored by the powerful in charge, while brothers of different languages and colors kill each other without even knowing exactly why!

Others among us watch everything with a mix of deep feelings of indignation and a gigantic sense of impotence in the face of what seems to be uncontrollable.

What to do?

Are we really that powerless?

And, again, the question:

Who profits from war?

War is of interest to those who profit from the sale of weapons (and this is no small thing…), from the reconstruction of new cities where now only ruins remain (and this is also no small thing…), and from chaos. It interests those who sell fear, who trade in insecurity, who cultivate hatred to reap control. But it does not interest life. It never has.

We need to understand that these wars are not ours! They are not made for us, nor by us!

They serve a handful of interests hidden under discourses of security, patriotism, or honor. No bomb brings security, no missile carries dignity, no invasion is made out of love for the homeland, but rather out of love for profit, control, and power.

For this reason, it is up to those who still know how to love to ask themselves, reflect, and refuse! Refuse the logic of division, destruction, and indifference. It is essential to defend peace! Always!

For the warlords, peace is subversive. That is why they avoid it so much.

If we have to fight for something, let it be for peace!

Let us refuse to hate those who have never wronged us.

Let’s refuse to call our enemies those who, on the other side of the border, also feel hunger, fear, and longing for family, just like us.

We must refuse to accept that, in our name, they decide who should live and who should die.

The strength of the people lies not in bearing arms, but in refusing to use them! It lies in crossing borders not to attack, but to offer a hug! It lies in tearing down walls, not cities!

According to the teachings of Buddha, Spiritism, and many other religions that profess love among us, we must awaken our consciences!

As consciousness awakens, people understand that war does not belong to them. And thus it weakens, loses soldiers, loses meaning, loses legitimacy.

Who profits from war?

Believe it or not, there is a minority that profits from it.

And how about Peace? Who has an interested in Peace?

To all of us! Believe it or not, the vast majority!!!

Peace interests those who love, those who dream, those who simply wish to live.

Hey Guys! There are many of us!!!

War only exists as long as the people consent!

Those who sustain the war are those who have yet to discover that they, indeed, have the power to choose peace!

Peace is not a utopia. Peace is a choice. Peace is resistance.

Let’s resist!

_________________________    THE END    _____________________________

✒️✒️ WEM NÜTZT DER KRIEG?

Im Buddhismus wird Krieg grundsätzlich als eine Manifestation von Unwissenheit, Anhaftung und Abneigung gegenüber anderen gesehen – drei Giftstoffe des Geistes, die als Wurzeln des menschlichen Leidens verstanden werden.

Krieg entsteht, wenn Einzelpersonen, Nationen oder Gruppen sich von Ego, dem Wunsch nach Kontrolle und der Illusion der Trennung, das heißt, der Unabhängigkeit unter den Individuen, dominieren lassen.

Der Buddhismus sieht alle lebenden Wesen als voneinander abhängig. Daher ist es im Wesentlichen so, als würde man sich selbst verletzen, wenn man einem anderen schadet. Diese Idee wird auch im Spiritismus befürwortet.

Ihre Lehren basieren auf den Prinzipien von Mitgefühl, Weisheit und Gewaltlosigkeit.

Der Buddha selbst, während seiner Lebzeiten, deren Existenz auf 480 bis 400 v. Chr. datiert wird, versuchte, Konflikte zwischen verschiedenen Königreichen zu vermitteln, um Versöhnung zu suchen und den Beteiligten zu zeigen, dass die Wurzel des Krieges in der Anhaftung an Land, Wasser und Stolz lag.

Konflikte gibt es seit Anbeginn der Welt. Schauen Sie sich einfach die Nachrichten aus verschiedenen Zeitungen oder sozialen Medien an, die über Kriege in Europa und im Nahen und Mittleren Osten berichten. Ganz zu schweigen von vielen anderen Kriegen, die weniger medial behandelt werden und ebenfalls im Rest der Welt stattfinden, von denen wir kaum erfahren.

Der Mensch, der den Mensch zerstört…

Mit jeder Nachricht, die eintrifft, mit jeder Explosion in fernen Ländern, hallt eine Frage im Geist guter Menschen wider: Wem nützt der Krieg?

Sicherlich nicht für diejenigen, die Kinder in ihren Armen halten, noch für diejenigen, die Weizen pflanzen in der Hoffnung auf Brot. Es betrifft nicht die, die träumen, noch die, die früh aufstehen, um sich um das Leben zu kümmern. Der Krieg hat keinen Platz im Herzen derjenigen, die lieben, noch in den abgehärteten Händen derjenigen, die Brücken, Häuser, Zukunft bauen…

Krieg entsteht nicht aus einem Hunger nach Gerechtigkeit, sondern aus einem Hunger nach Macht. Er trägt eine Uniform, kämpft jedoch nicht für die Menschheit. Er bemalt sich mit den Farben der Flagge, hat aber kein Heimatland.

Die Herren, die über den Krieg entscheiden, tragen Anzüge, sprechen von Fortschritt und unterschreiben Verträge anstelle von Friedensverträgen. Sie zählen Gewinne, ohne die Toten zu zählen, und fügen Gebiete hinzu, während sie Leben abziehen.

Die Herren, die über Krieg entscheiden, befinden sich niemals an der Frontlinie. Sie sind entfernte Stimmen, sicher in ihren komfortablen Büros, tauschen kalte Blicke, Ziffern, Vereinbarungen und Drohungen aus. Sie diskutieren Routen, Treibstoffe, Grenzen, während der Rest der Welt den Atem anhält, ungebeten, ungehört. Für diese Herren, die das Schicksal von Millionen bestimmen, ist Krieg ein Spiel, eine strategische Kalkulation, eine Karte von Interessen, die durch das Verlangen nach Macht gezeichnet wird, wobei das Menschenleben nicht mehr als eine Zahl ist.

In den Büros der Kriegsherren gibt es keinen Geruch von verbrannten Leichen aus mächtigen Waffenexplosionen; stattdessen gibt es das Aroma frisch gebrühten Kaffees, der vor Ort zubereitet wird… Für sie ist Krieg lediglich eine Logistikoperation, die darauf abzielt, immer steigende Profite und Macht zu erreichen. Aber für die Menschen, die ahnungslosen Opfer so vieler Konflikte, bedeutet der Krieg Angst, Hunger, Krankheit, Exil und Trauer.

Die meisten von uns befinden sich leider abgelenkt. Sie kaufen die präsentierten Narrative ein und wiederholen vorgefertigte Reden, ohne zu realisieren, dass sie von unsichtbaren Händen bewegt werden. Sie applaudieren Kriegen, die von den Mächtigen gesponsert werden, während Brüder unterschiedlicher Sprachen und Farben einander töten, ohne genau zu wissen warum!

Andere von uns beobachten alles mit einer Mischung aus tiefem Gefühl der Empörung und einem riesigen Gefühl der Machtlosigkeit angesichts dessen, was unkontrollierbar zu sein scheint.

Was sollen wir machen?

Sind wir wirklich so machtlos?

Und wieder stellt sich die Frage: Wem nützt der Krieg?

Krieg interessiert diejenigen, die von dem Verkauf von Waffen profitieren (und das ist keine kleine Sache…), von der Rekonstruktion neuer Städte, in denen nur noch Ruinen übrig sind (und das ist ebenfalls keine kleine Sache…), und vom Chaos. Es interessiert diejenigen, die Angst verkaufen, die mit Unsicherheit handeln, die Hass kultivieren, um Kontrolle zu gewinnen. Aber das Leben interessiert es nicht. Das hat es nie.

Wir müssen verstehen, dass diese Kriege nicht unsere sind! Sie wurden weder für uns gemacht, noch von uns!

Sie bedienen eine Menge Interessen, die sich hinter Diskursen von Sicherheit, Patriotismus oder Ehre verbergen. Keine Bombe bringt Sicherheit, keine Rakete trägt Würde, keine Invasion erfolgt aus Liebe zur Heimat, sondern vielmehr aus Liebe zu Profit, Kontrolle und Macht.

Aus diesem Grund liegt es an denen, die noch wissen, wie man liebt, zu fragen, nachzudenken und sich zu weigern! Weigert euch der Logik der Spaltung, der Zerstörung und der Gleichgültigkeit. Es ist entscheidend, den Frieden zu verteidigen! Immer!

Für die Kriegsherren ist Frieden subversiv. Deshalb vermeiden sie ihn so sehr.

Wenn wir für etwas kämpfen müssen, lassen Sie es Frieden sein!

Lass uns ablehnen, diejenigen zu hassen, die uns nie Unrecht getan haben.

Lass uns nicht diejenigen zu Feinden machen, die auf der anderen Seite der Grenze ebenso Hunger, Angst und Sehnsucht nach Familie empfinden wie wir.

Wir müssen ablehnen zu akzeptieren, dass sie in unserem Namen entscheiden, wer leben und wer sterben sollte.

Die Stärke der Menschen liegt nicht im Tragen von Waffen, sondern im Verweigern, sie zu benutzen! Sie liegt im Überqueren von Grenzen, nicht um anzugreifen, sondern um eine Umarmung anzubieten! Sie liegt im Abreißen von Mauern, nicht von Städten!

Die Lehren des Buddhismus, des Spiritismus, des Hinduismus und so vieler anderer, die sich zur Liebe zwischen den Völkern bekennen, raten uns, unser Gewissen zu wecken!

Wenn das Bewusstsein erwacht, verstehen die Menschen, dass der Krieg nicht zu ihnen gehört. Und so schwächt er sich, verliert Soldaten, verliert an Bedeutung, verliert an Legitimität.

Wem nützt der Krieg?

Glauben Sie es oder nicht, es gibt eine Minderheit, die davon profitiert.

Und Frieden? Wem nützt der Frieden?

An uns alle! Glaubt es oder nicht, die überwiegende Mehrheit!!!

Der Frieden interessiert diejenigen, die lieben, diejenigen, die träumen, diejenigen, die einfach leben wollen.

Hey Leute! Es gibt viele von uns!!!

Krieg existiert nur, solange die Menschen zustimmen!

Diejenigen, die den Krieg aufrechterhalten, sind diejenigen, die noch entdecken müssen, dass sie in der Tat die Macht haben, Frieden zu wählen!

Frieden ist keine Utopie. Frieden ist eine Wahl. Frieden ist Widerstand.

Lasst uns widerstehen!

_______________________    DAS ENDE    _____________________________

10 respostas para ‘A quem interessa, a Guerra?

  1. A paz só será valorizada quando não houver um “ganhador” e nenhum recurso para reverter o caos. Serão milhares de vidas ceifadas, com o cheiro de carne putrificando, tanto por bombardeios como por doenças disseminadas.

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About Kenya, uma simples amiga!

Mulher, cientista, quase espírita e sonhadora, muito sonhadora...